
No ranking global das taxas, o Brasil é seguido por Madagascar, Paraguai, Peru e Quirguistão. A média simples da taxa das 62 nações em desenvolvimento que integram o relatório do IEDI ficou em 6,55 pontos percentuais no ano passado. A comparação foi obtida a partir de dados sobre o custo do capital para os bancos de cada nação -86 no total- e os juros que cobram, informados pelos governos ao FMI (Fundo Monetário Internacional). Pela metodologia do BC brasileiro, a média do “spread” em 2008 ficou em 26,54 pontos.”
De acordo com o mesmo artigo, FEBRABAN já contestou a metodologia usado pelo IEDI: “a metodologia do IEDI, argumentando que é impossível comparar “spreads” brutos, que embutem custos, tributação, compulsórios e direcionamento de crédito díspares entre países.










