
Respeito ao meio ambiente, responsabilidade social e boa governança corporativa estão cada vez mais importantes para as empresas em um mundo informatizado. Crescimento sustentável está sendo observado com mais rigor pelos Stakeholders, e a responsabilidade socioambiental se torna mais relevante nas estratégias das empresas.
O IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) “entende que a responsabilidade socioambiental é uma postura ética permanente das empresas”, “Muito mais que ações sociais e filantropia, a responsabilidade social, no nosso entendimento, deve ser o pressuposto e a base da atividade empresarial e do consumo. Engloba a preocupação e o compromisso com os impactos causados a consumidores, meio ambiente e trabalhadores”.
A Natura é uma empresa pioneira nessa área. De acordo com Guilherme Leal, um dos fundadores da empresa (artigo junho 2008, revista Brasileiro), “Não há regras prontas para um mundo sustentável. É um processo de aprendizagem. A resposta está na sociedade, no todo, depende de cada um de nós. Vai ser suficiente, vai dar tempo? Não sabemos“. “a Natura foi a primeira organização do país a adotar os indicadores do GRI (Global Report Initiative), já em seu relatório anual de 2000. A iniciativa levou a empresa, quatro anos depois, a ser a única brasileira na lista das 50 companhias do mundo que melhor informaram seus públicos sobre resultados socioeconômicos e ambientais”. “Assim como a Natura, outras empresas brasileiras apostam no modelo que leva em conta o tripé da sustentatibilidade em suas decisões. Para mostrar que ser socialmente responsável também dá retorno financeiro, há três anos a Bolsa de Valores de São Paulo criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), indicador que reúne as ações das companhias mais comprometidas com a responsabilidade socioambiental”.
Em 2007, o CFC (Conselho Federal de Contabilidade) lançou o projeto de Responsabilidade Socioambiental que também serviria para conscientização socioambiental da classe e em novembro do ano passado, CFC promoveu o “I Seminário de Responsabilidade Socioambiental” em Brasília.
O papel do contador trabalhando com consultaria na área de sustentabilidade está cada vez mais sendo discutido. No artigo “Sustentabilidade gera demanda por contabilistas”, Gazeta Mercantil, 17/12/2008, que aponta que só 1% dos 400 mil contadores registrados no Brasil, são contabilistas ambientais.
O professor de contabilidade Claudio Moreira Santana da Universidade de Brasília, mestre pela USP, falou na palestra “Por uma outra contabilidade: A responsabilidade social das empresas e as Teorias do Patrimônio Líquido” sobre o mesmo assunto em Congresso na USP de Controladoria e Contabilidade (a palestra está disponível em PDF no link: http://www.congressoeac.locaweb.com.br/artigos62006/450.pdf)










Olá, tudo bem?
Meu nome é Flávio e sou eu quem escreve o blog Energia Eficiente. Muito obrigado pelos elogios e pelo link. Vou linká-lo de lá também! Voltarei mais vezes aqui! Abraço!
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